Quais são os fatores de risco da densitometria óssea?

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca no seu modelo de avaliação para fatores de risco para osteoporose e fraturas (National Osteoporosis Foundation): idade atual, gênero feminino e estatura, artrite reumatóide, história familiar de fratura de quadril, baixo índice de massa corporal, consumo de álcool igual ou maior que 3 doses/dia, fratura prévia por osteoporose, osteoporose secundária, osteoporose evidenciada em densitometria óssea, tabagismo e uso de glicocorticóide maior ou igual a 5mg por dia por 3 meses ou mais.
A utilização de densitometria óssea para todas as mulheres com mais de 50 anos ou menopausadas, como exame de rastreio, não apresenta evidência científica.
As recomendações atuais para realização de densitometria óssea (DMO) segundo a National Osteoporosis Foundation (OMS) são:

  • todas as mulheres de 65 anos ou mais ou homens de 70 anos ou mais (evidência B), independentemente de outros fatores;
  • mulheres > 50 anos com fatores de risco para fratura (um fator de causa secundária ou dois fatores relacionados ao estilo de vida). Se o exame for normal, repeti-lo a cada 5 anos;
  • fratura em indivíduos > 50 anos, para determinar a gravidade da doença;
  • para acompanhamento da eficácia do tratamento, a cada 2 anos;
  • adultos com comorbidades ou em uso crônico de medicamentos que podem estar associados à perda de massa óssea;
  • para avaliação da possibilidade de suspensão de terapia de reposição hormonal em mulheres menopausadas;
  • para monitoramento de pacientes em uso crônico de corticóide a cada 6 meses no 1º ano e, após, a cada 12 meses, quando a densidade óssea estiver estabilizada;
  • evidência de osteoporose em radiografia simples.

Ao envelhecermos, nosso corpo não consegue manter a mesma relação de perda e reposição de nutrientes como antes. Infelizmente, quando não existe a renovação da quantidade de material ósseo para a sua sustentação dos nossos ossos, podem ocorrer doenças como a osteoporose. Comum entre os idosos, ela atinge cerca de 10 milhões de brasileiros. Uma das maneiras de diagnosticar e acompanhar a saúde de um paciente com osteoporose é por meio da densitometria óssea no Butantã.

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